16 Julho, 2026
Num hospital, nenhum processo funciona isoladamente. A farmácia articula-se com os serviços clínicos, o laboratório depende de uma identificação rigorosa e a esterilização influencia diretamente a segurança cirúrgica. Cada etapa do percurso assistencial está ligada à seguinte e, por isso, uma falha num único ponto pode comprometer todo o caminho que o doente percorre dentro da instituição.
Do processo isolado ao percurso conectado
Durante muito tempo, a resposta às necessidades hospitalares foi construída de forma fragmentada: uma aplicação para a administração de medicação, outra para o laboratório, outra ainda para a esterilização.
Cada uma resolvia bem o seu problema, mas raramente conversava com as restantes. O resultado era conhecido: informação duplicada, registos que não coincidiam, tarefas repetidas e decisões tomadas com base em dados dispersos.
Foi para responder a esta realidade que as soluções BIQ HS foram desenvolvidas. Cada uma nasce para dar resposta a uma necessidade concreta, mas o seu verdadeiro valor está na capacidade de funcionarem de forma integrada, partilhando a mesma linguagem e a mesma base de informação.
Um ecossistema, não um conjunto de produtos
Mais do que produtos independentes, a BIQ HS disponibiliza um ecossistema tecnológico que liga pessoas, equipamentos e processos. Reunidas na plataforma MAPP® — Mobile App Platform, soluções como o PharmaTRAC®, o CareTRAC®, o BTRAC®, o LabTRAC®, o MilkTRAC®, o MedTRAC® ou o SteriTRAC® operam a partir de um mesmo terminal e de uma mesma lógica de rastreabilidade por leitura de código de barras.
Na prática, isto significa que a identificação segura do doente feita à cabeceira serve tanto a administração de medicação como a recolha de amostras laboratoriais; que a rastreabilidade do medicamento acompanha o seu percurso desde a farmácia até ao momento exato da administração; e que a informação gerada num serviço fica disponível, de forma fiável, para os que dela dependem a seguir.
Quando cada solução comunica com as restantes, o benefício deixa de ser local e passa a ser de toda a organização, promovendo:
Integração ao serviço da excelência hospitalar
Esta abordagem integrada não é apenas uma vantagem operacional: é também um alicerce para os modelos de acreditação e de qualidade que orientam os hospitais de referência. Ao assegurar o closed loop e a rastreabilidade ponta a ponta, o ecossistema BIQ HS apoia as instituições no cumprimento das linhas de orientação internacionais em matéria de segurança do doente e maturidade digital.
Porque a excelência hospitalar não depende apenas da qualidade de cada processo, mas da forma como todos trabalham em conjunto. E quando cada solução comunica, quem ganha é todo o hospital e, sobretudo, o doente.
A EAHP publicou recentemente uma posição oficial sobre o Single Unit Barcoding
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